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TIO BETO

Me chamo Ângela, tenho 22 anos, sou branca de cabelos negros, bonita, seios médios. Moro no Rio e ano passado era noiva do Marcos, tive um caso com o amigo dele o André. Marcos ficou sabendo e terminamos, mas continuamos todos amigos. Isso se passou na casa dos pais do André, num fim de semana, onde eu e minha irmã Angélica de 20 anos fomos com o André, o irmão dele Amauri e um amigo, um negrão enorme que me cantou e eu esnobei, acho até que acabei humilhando o cara. Mas não liguei estava acostumada com isso. Bem, eles iam dar uma festa à noite na casa da Serra. Ao chegarmos à casa, eu não esperei pela festa e dei em cima do André acabamos indo para o quarto, eu sabia que ia rolar uma bela trepada, mas lá dentro estava o negro que me assediou, Marcos, e mais dois rapazes que se disseram primos de André. André mandou que eu ficasse nua, que todos queriam ver uma puta rica se oferecer aos machos, eu relutei então Amauri veio trazendo minha irmã arrastando-a pelos cabelos longos e castanhos, ela estava só de calcinha, os seios estavam expostos, Angélica tinha os seios grandes de bicos rosados, de dar água na boca. Marcos então disse que eles comeriam minha irmã primeiro, ao ouvir isso ela entrou em desespero, chorando disse que era virgem, dizia para me usarem pois eu já era de muitos e ela estava se guardando, os machos então riram dela e decidiram me abusar primeiro. Disseram: Fique calma docinho, vamos primeiro foder sua irmã puta de muitos!! a. Amauri que segurava Angélica, amarrou suas mãos para trás e abaixou a calcinha sua até os joelhos, expondo sua vagina delicada e depilada. Ele começou a dar beliscões nas tetas dela, chupava e mordia os bicos, foi quando observei que seus seios já estavam bem marcados, ele já devia ter os castigado antes de entrarem no quarto, minha irmã estava desesperada de dor e berrou: Porra Ângela, tira a roupa pra eles!! Então comecei tirando a blusa e a saia, em seguida a calcinha de renda branca, fiquei nua, meus seios médios, minha bunda grande e farta e minha buceta bem depilada agora seria daqueles machos. O negro, disse: Te arreganha, cadela!! Relutei e levei um soco no rosto, caí na cama e vi uma faca ameaçando Angélica, a lâmina passava raspando o bico do seu seio e ela mais uma vez ordenou: Vamos Ângela, se abre pra esse homem!! Obedeci e abri bem as pernas, o negro achou que não era o bastante e mandou Marcos e um outro me escancarar de vez, um pegou numa perna e outro noutra eles me abriram com força, eu senti dor e gritei, eles pareciam que iam me rachar ao meio, e eu fiquei ali como um compasso, naquela posição todos podiam ver minha buceta bem aberta. O negro ficou olhando e disse para Angélica: Está vendo essa xota? Quando eu acabar nunca mais será a mesma!! Sem mais meteu seu caralho gigante sem pena, os homens que seguravam minhas pernas pediram para que ele fosse com calma, mais ele não ligou meteu sua tora feito um bicho, eu gritei muito e André me colocou seu pau na boca enquanto beliscava meus seios, o negro brincava com um entra e sai muito doloroso pra mim, mas confesso que o negro sabia foder uma mulher. Eu me excitei e mamei com fé o caralho do André até ele me encher a boca de porra, e num gozo anunciou: A puta está mamando com gosto!! Então os homens me soltaram as pernas, e eu fiquei ali por um tempo, até que o negrão também gozou me fazendo ir às nuvens, senti o leite daquele negro escorrer pelas pernas. Ele se levantou e os outros dois me abriram de novo, o negro então disse pra minha irmã: Viu é assim que fica a buceta de uma puta arrombada!! Ao ouvir aquilo eu me molhei toda, e eles perceberam, o negro então colocou os dedos dentro da minha racha e puxou me clitóris para fora e apertou me fazendo berrar de dor e humilhação, após mais essa tortura, um dos caras que me segurava me pôs no chão de quatro, eu já sabia o que vinha e disse desesperada: O cu não, por favoooorrr!!!! Foi em vão, o cara disse que ía me lascar, então Amauri veio e disse que ele seria o primeiro a faturar meu rabo, todos concordaram e eu entendi porque, ele tinha um pau pequeno. Porém mesmo assim ia me fazer estragos, e pôs seu caralho na entrada do meu cuzinho e me puxando pela cintura me estocou a pica com força, eu gritei, mas ninguém veio pôr o pau na minha boca, parecia que eles queriam ver e ouvir meu desespero. Ele então forçou mais e mais, até eu sentir a dor de ser rasgada, senti também suas bolas sarrando minha bunda, e ele num vai e vem louco. Amauri demorou a gozar o que fez meu rabo arder muito, me puxava os cabelos e me batia na bunda me chamando de cadela, quando veio o gozo finalmente eu já não suportava mais. Após ele veio o cara que me segurava e André, o cara se deitou na cama e eu o montei, encaixando minha buceta em seu pau, André abriu minha bunda e meteu sem pena se mastro, gritei muito dessa vez e por isso recebi o pau de Amauri na boca, Marcos e o outro vieram apontando suas picas nos meus seios para que eu mesma as esfregassem contra as mamas. Todo meu corpo sacudia, pois todos o machos me davam fortes estocadas, fiquei uma meia hora assim, Amauri foi o primeiro a encher minha boca de porra, André esporrou leite no meu cu, outro me fodendo a buceta, Marcos e o outro esporravam minhas tetas. Após o gozo de todos, eu fiquei ali largada, todo meu corpo dolorido e cheio de porra, minha buceta vazava porra, e meu cu dilatado e inchado, minhas mamas latejavam sujas de leite. Porem o negro não havia participado da festa, e disse aos outros: Essa outra vaquinha está toda melecada!! Quando olhei Angélica realmente havia gozado, seu suco escorria por suas cochas. Então o negro disse para Angélica me limpar, ela então veio para junto de mim, eles me deitaram de costas e abriram minhas pernas, ela me olhou com pena e nojo, é que minha buceta estava em deforme, vazava leite misturado com sangue, mas ela não teve escolha e começou a me limpar, senti a língua dela me penetrando e Angélica se empolgou me dando muitas linguadas , o mesmo no meu cu, eu acabei gozando na boca da minha irmã, essa cena deixou todos de cacete rijo de novo, minha irmã acabou gozando de novo. Então o negro disse que agora que eu estava limpa ele iriam me comer o cu, todos ficaram assustados por causa do tamanho do membro, sem mais ele me puxou pela pernas as levantou até seu ombro e me atolou o mastro na xota de um vez, eu gritei: AAAIIIIIIIIII!!!! Ele então começou o entra e saí violento, me dava tapas na cara, e seqüência de beliscões nos seios, retirava o pênis quase todo e enfiava de novo, se dava ao trabalho de olhar em meus olhos e ver a dor e humilhação que tudo aquilo me proporcionava, trouxeram minha irmã e todos assistiam ao espetáculo, daquele membro negro sendo engolido por uma xota branquinha e delicada. Todos estavam de pau duro e minha irmã gozava pela terceira vez. O negro finalmente gozou mas retirou o pau e esporrou na cara da Angélica a chamando de galinha, depois me virou de bruços com os joelhos no chão e barriga na cama essa posição me deixava bem exposta, e me segurando pela cintura, me deu uma forte estoca onde vi estrelas, gritei e me debati, outra e outra e senti como se estivesse sendo partida ao meio, tive vontade de cagar de tanta dor, ele parecia um monstro e outra e outra estocada, outra, mais uma e senti as pregas do meu cu serem destruídas, as bolas e pentelhos do negro me ralando a bunda, eu desesperada berrei: Pelo amor de Deus pare, você está me rachando!!!!!! Ele estava engatado no me rabo, e começou seu famoso entra e saí, passou-se uns vinte minutos e meu cu queimava, ele me dava tapas nas costas e na bunda, mais eu fui desfalecendo pois a dor era muita, ainda senti quando ele me encheu de porra, muita porra, ele gritava se vangloriando: Essa cadela foi arrombada por mim! Eu dilatei um cu rico e branco! Sua puta, tu não passa de um reservatório de porra.... Ele saiu de cima de mim, me deixado a mais porca das putas. Ferida, fudida, vazando porra por todas partes, com os buracos dilatados, humilhada...fiquei deitada de bruços sentindo raiva, vergonha, dor e um estranho prazer. Ouvi Marcos dizer. Essa outra vaca gozou quatro vezes sem ser tocada, agora, sua puta, tu vai gozar sendo fodida por seis machos de verdade. Fiquei deitada na cama sentindo dor em todas as partículas do meu corpo, vi Marcos puxar minha irmã pelos cabelos e joga-la no chão de quatro. Eles a obrigaram a mamar os cacetes de todos um por um. Que cena, uma mulher linda, toda nua, com seios enormes, pele bem branquinha e buceta lisinha, de quatro mamando as picas de um bando de machos. Ela teve muita dificuldade com o negão que era um monstro de tão grande. Eles não tiveram pena dela assim como não tiveram de mim. Marcos era o mais violento e fodia a boca de Angélica com fúria, a puxando pelos cabelos, trazia seu rosto violentamente para seu mastro fazendo um barulho com o choque...assim todos foderam naquela boca e gozaram, uns a faziam engolir outros esporravam na cara e nas enormes tetas. Eles a chamavam de puta, de vadia cadela. Essas humilhações continuaram por um tempo, então decidiram traçar minha irmã, o André disse "leva a protanca pra cama pra gente arregaçar esse cabaço!", e novamente pelos cabelos ela foi jogada na cama onde eu estava, ela chorava muito e tinha o rosto todo melecado, foi aí que André mandou que eu limpasse o rosto de minha irmã com a língua, fiquei lambendo aquela pele lisinha por uns cinco minutos enquanto eles tiravam na sorte quem a teria primeiro. O sortudo foi o Marcos, ele então veio e me deu um forte pontapé para eu sair da cama "sai pra lá, vadia. Eu já te fodi, agora é a vez da outra puta!", caí no chão num baque só, e todos riram. Me puxaram pra um pouco longe e me deixaram numa posição estranha como quem dá uma cambalhota, apoiada com o pescoço, e entendi que iam se deliciar vendo um por um entra na Angélica, enquanto seus dedos me furavam. Marcos se chegou para Angélica "agora tu vai ter o que tu mereces, cachorra!", horrorizada minha irmã berrou "vai tomar no cu, filho da puta, come aquela puta da minha irmã, eu não!", fiquei ouvindo aquilo e desejei que ele a arrebentasse toda, porém ela continuou e agora suplicante "Por Deus estou me guardando, não façam isso, ela que te sacaneou pois é de fato uma vadia sem moral..." foi interrompida por um bofete e gritos "piranha imunda, cale-te!" nessa hora foi xingada por todos "para de latir, cadela. A vaca ta mugindo.!", então ele a colocou na posição de frango assado e lhe enfiou a vara, "entrou a cabeça", gritou para nós, ela soltou um berro estrondoso, pois era virgem. De novo outra estocada, e desta vez ele anunciou a entrada da metade do seu pau, mais uma, "agora foi todo, ai que lindo uma buceta engolindo pau", nisso minha irmã berrava de dor, ele sem piedade começou com sua violência de costume, entrando e saindo, foi assim uns vinte minutos e ele gozou, anunciando que encherá aquela fêmea de leite. Quando ele saiu de cima dela eu vi sua buceta arrombada suja de porra, sem demora André, partiu pra cima dela. Nisso eu estava levando dedadas nos buracos já feridos, e beliscões nas mamas. Mas ver minha irmã naquela situação e eu também, isso estava me excitando. Então André se deitou na cama e ela teve que pousar sua boceta na pica dele, de uma vez só, ouvimos novamente o grito dela ecoar por toda parte, Marcos que estava por perto ficou apertando os bicos das tetas de minha irmã enquanto ela cavalgava no mastro do outro, ela apesar da situação se entregou e cavalgava com fúria naquele membro, os dois chegaram ao orgasmos juntos, ambos gemendo muito alto, fiquei doída e fui obrigada a incentivar a situação, "vai, André fode essa piranha, fode sem pena. Angélica sua vadia, sua cadela", e tome dedada nas buracos, e tome varada na xota de Angélica. André ficou descansando e veio um de seus primos, o carinha sentou no fim da cama e ela sentou-se de novo em cima do membro, que entrou todo, de costas para o macho, e de frente pra gente, ele dava fortes estocadas, e ela se sacodia toda, seus seios balançavam de um lado pro outro. "sua porca, toma vara na racha", diziam o outro primo e o negão que ainda me abusavam. Vi Angélica chegar a outro orgasmo, seu rosto em deforme, os olhos virados, e dentes trincados, narinas dilatadas, ela chegava a babar, sob os xingamentos dos machos e as varadas do cara. Gozou nela, retirou sua vara, abriu suas pernas e nos mostrou o estrago que fez, vimos uma buceta com um buraco no meio do tamanho de um copo, aquilo me excitou e eu gozei. "puta, vadia!" gritaram os machos, e me abrindo a negão pois uma mão inteira dentro de minha buceta e coube pois eu estava bem arrombada, doeu muito, e me disseram que era para eu não me excitar com minha irmão sendo fodida. Angélica foi virada e foi a vez do negrão que a pôs no chão de quatro e disse "agora vais tomar como a cadela que tu és", o cacete do negro era imenso não tenho idéia de quanto mais era o maior que já vi, e estava pronto para enrabar a pobre. Ela foi segura por Marcos e André, o primo então se deitou por baixo de modo que seu rosto ficasse ao alcance da vagina e lhe passou a foder a buceta com a língua. Então o negrão sem preliminares, encaixou a pica na entradinha virgem do cuzinho, e mandou ver, ela gritava como bicho, mas não entrou, então Marcos foi ao banheiro pegou shampoo, ambos espalharam pela anelzinho vermelhinho de Angélica, e puseram um dedo, dois dedos lá dentro para espalhar bem o shampoo, agora sim o monstro negro forçou, ele parecia botar uma força descomunal, ficou enterrando uns dez minutos, até anunciar aos amigos que havia entrado tudo, o cara que lambia a xota de Angélica já havia parado, pois todos estavam alucinados com a cena, imagine aquela mulher de quatro exposta daquele jeito com um negro enorme engatado no cu branco dela. Uns achavam que ela não iria agüentar...e não agüentou quando o macho negro começou o vai e vem como um animal, ela desmaiou, mas ele não parou e fodeu ainda muito tempo até encher o rabo dela de porra berrando "Arrombei mais um cu branco e rico, arregacei uma vadia cheia da grana!" Quando tirou o pau estava todo sujo, que nojo, era uma mistura de sêmen, sangue e merda. Veio pro meu lado e disse limpa, eu não podia fazer, aquilo era merda. Tive que limpar, mas foi a pior coisa que fiz em toda minha existência, não senti nenhum prazer, somente humilhação, revolta e nojo. O negro filho da puta, mandou eu abrir a bunda da Angélica e limar, fui obrigada à engolir aquele nojo. Angélica acordou meio grogue comigo lhe metendo a língua no rabo e berrou aos prantos "sua puta nojenta, pára com isso" foi interrompida por um soco no rosto e levou pica na boca, novamente ela foi possuída, por todos e nas mais estranhas posições, foi fodida no rabo, na xota, e na boca. Fizeram também com ela a brincadeira de duas picas na boceta e no rabo ao mesmo tempo. Eles nos usaram a noite toda, e como eu não agüentava mais fingi desmaiar e com o tempo eles me deixaram de lado. Eu só ouvia palavrões, homens gemendo, gritos dor, e som do sexo explicito. Havia amanhecido e eles não nos queriam mais, também pudera, nós não agüentávamos mais. Então nos bateram e disseram "levanta suas putas, arrombadas", nos deram muitos chupes e cuspidas. Por volta do meio dia do sábado Marcos e André nos levaram pra casa no carro deles, nuas e feridas nos deixaram em na porta de casa, alguns vizinhos nos viram expostas e naquele estado mais nada disseram, por certo imaginaram que duas putas irmãs chegavam da farra. Meus não estavam em casa ainda bem, me olhei no espelho e chorei vendo o corpo marcado e ferido. Tomamos banho e dormimos, ambas tentando esquecer o que aconteceu, mas para nossa surpresa eles não iriam esquecer. E eu apesar de tudo também não esqueço e sempre que penso nisso fico toda molhada. Sofri outras violência depois disso, acho que gosto.